07
maio
13

UM DIA DE OUTONO NO RIO DE JANEIRO


     O QUE ACONTECE, QUANDO NOS TORNAMOS TURISTAS DA PRÓPRIA CIDADE ONDE NASCEMOS? Que grande responsabilidade esta, a de ser Carioca! Então, saí um dia mais cedo da minha médica – seu consultório fica em Copacabana – e, não querendo enfrentar a hora do rush, decidi andar pela orla de Copacabana. Este é o resultado desta caminhada:

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     A COR DO CÉU, NO FINAL DA TARDE, contemplando o horizonte, onde o céu e o mar se encontram. Privilégio deste Carioca, parado no calçadão da praia… É o que se ganha, por viver aqui!

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      VENTO FRIO, os enamorados da praia se vão. Mas, daqui a poucos minutos, os atletas invadem a areia, e nós na contemplação!… É a Vida, na Cidade Maravilhosa!…

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     BEM, eu não estava sozinho no calçadão! O vento frio do Outono não afasta os contempladores, esta necessidade indescritível do Belo

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     TODAS AS GRANDES CIDADES do mundo sofrem com a hora do rush: todos os trabalhadores saindo de seus empregos, e retornando para o lar, para o justo e merecido descanso. Estresse total, nesta hora… Mas, em qual parte do mundo, as pessoas ficam paradas, diante de tanta beleza? Quem sabe, o trafego lento é em razão disto…

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     O Final de Tarde, vestindo de luz os edifícios da Avenida Atlântica.

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 ESTE, em especial, é inteiro “transparente”: vê-se tudo…

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O magnífico Copacabana Palace, outrora propriedade da tradicional família Guinle, desde os Anos 1990, administrado pela famosa Companhia Oriente Express. Dispensa maiores apresentações…

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O Edifício Chopin, palco de grandes festas da Alta Sociedade do Rio de Janeiro, cenário de Charme e Glamour, ponto de encontro do Grand Monde Carioca e do Jet Set internacional.

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    Um pouco de História: uma das mais eloqüentes e lindas tradições do Réveillon do Rio de Janeiro, a “Cascata de Fogos”, proporcionada pelo antigo hotel Le Méridien, cujo Café Consular eu tive o prazer de freqüentar. Lá também funcionava o antológico “Rio Jazz Club”. O edifício inteiro era vestido de uma chuva de fogos, durante a grande queima de fogos, existente até hoje, que já chegou a reunir três milhões de pessoas nas praias do Leme e Copacabana.

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APÓS alguns anos fechado, este grande marco abriga o Windsor Atlântica Hotel, com um magnífico restaurante. O Windsor não deu continuidade à tradicional “Cascata de Fogos”, algo que todo mundo aguardava com ansiedade. Quem sabe, com o passar de mais algum tempo, este charmoso hotel passa a encantar novas gerações de espectadores do Réveillon, dando continuidade a esta tradição.

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