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GIL VICENTE


 A PINTURA AO LADO mostra-nos uma cena do “MONÓLOGO DO VAQUEIRO“, por Roque Gameiro, a primeira das quarenta obras do Dramaturgo Português GIL VICENTE. Este Colunista, nos dias de sua juventude, quando cursava Dramaturgia, em chegando na obra de Gil Vicente, ouvia apenas; “o texto é muito difícil“, ou “um ator, para representar Gil Vicente, tem que ser muito bom“, ou “montar Gil Vicente não é tarefa fácil“… Bom, este Colunista estudou Gil Vicente,  e garante que ninguém mentiu sobre ele, nas citações acima. Este Colunista assistiu montagens de sua magnífica obra apenas em ambientes universitários, na sua grande maioria, em comemoração ao término da Faculdade de Teatro; é “hábito” dos formandos, ao fim desta faculdade, trazer ao Público, um Espetáculo. Bom, este Colunista registra aqui, de maneira elogiosa, a coragem de mais uma  turma Formanda do TABLADO, que nesta Sexta-Feira, às 20 horas e no Sábado, em duas sessões, às 20 e 22 horas, sob a Direção de Fernado Berditchevsky, traz ao grande Público, na opinião deste Colunista, a maior Obra de Gil Vicente: “O Auto da Barca do Inferno“. O nome pode parecer assustador, mas, este Colunista garante que é, de fato, surpreendente! Vale à pena estar estar lá, num dos maiores e mais prestigiados berços do Teatro de nosso país, para alegria, encanto, reflexão, enfim, envolvimento da alma através da mais completa das Artes: O TEATRO!

O AUTO DA BARCA DO INFERNO :

Teatro O Tablado – Av. Lineu de Paula Machado, 795 – Lagoa – Rio de Janeiro

Sexta-Feira : 20 Horas

Sábado : 20 Horas e 22 Horas

Em cartaz : dias 14 e 15 de Janeiro

Ingressos : R$ 15,00

Maiores informações: (21) 2239-0229/2294-7847 – www.otablado.com.br

UM POUCO MAIS SOBRE GIL VICENTE:

       NASCEU em lugar ignorado de Portugal, em 1465, ignorando-se também o lugar onde morreu, em 1537. (…) Em 1521, com a coroação de Dom João III, colocou-se a seu serviço, satirizando, através de Obras Teatrais, os costumes da Nobreza e do Clero, sustentando-se nesta perigosa posição, graças ao prestígio que conquistou junto aos poderosos de seu país. (…) Os estudiosos não encontram traço de psicologia individual em seus personagens, mas a pintura de grandes painéis alegóricos, onde transitam os tipos socialmente mais variados, submetidos a um critério de justiça que compromete o espectador, sem se condicionar aos valores convencionais da moral estabelecida.

Apud:  Gil Vicente – 3 Autos

              Coleção Prestígio  – Adaptação: WLADIMIR AYALA

               Ediouro – Rio de Janeiro, 1996.

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1 Response to “GIL VICENTE”


  1. setembro 17, 2017 às 4:39 pm

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