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PEARL HARBOR


 7 DE DEZEMBRO DE 1941 – Os Estados Unidos, hoje, relembram um dos mais covardes momentos da Segunda Grande Guerra – o primeiro ataque a seu território – PEARL HARBOR. O BLOG DO PIMENTA está utilizando, para ilustrar esta resenha, fotografias oficiais, encontradas no Memorial de Pearl Harbor. A História conta que o Presidente americano Franklin Delano Roosevelt, partidário de primeira hora à entrada dos Estados Unidos na Guerra, conseguiu apenas linhas de crédito para pagamento após a Guerra, materiais bélicos, tanques, carros de combate, aviões e tudo que a indústria bélica americana, até então, pudesse fabricar para apoio aos ingleses e Aliados. O Congresso Americano entendia que “A Europa precisava aprender a resolver seus problemas internos sem interferência externa”. Roosevelt disse a Sir Winston Churchill, o Primeiro Ministro inglês que, se os Estados Unidos entrassem na Guerra, focariam sua linha de ataque contra os alemães. O Russos também receberam apoio americano, nas mesmas condições dos ingleses, quando foram atacados, se surpresa, pelos alemães. A grande política do Eixo Roma-Berlin-Tóquio era dividir o Mundo entre si; a Europa e a África ficaria nas mãos de Mussolini e Hitler (e, outros ditadores Fascistas, como o espanhol Francisco Franco e o português Oliveira Salazar, mesmo estando neutros durante a Guerra, não perderiam as grandes possessões que ainda possuíam, espólio que Portugal e Espanha ainda possuiam desde os tempos das Grandes Navegações), e a Ásia, nas mãos dos japoneses. É aí que surge Pearl Harbor: mesmo os Estados Unidos não estando em combate, mas, congelando dinheiro japonês em seu território, mantendo um rigoroso bloqueio comercial ao Japão, partiu do General Tojo atacar Pearl Harbor, onde se localizava toda a frota marítima dos Estados Unidos no Pacífico. Tojo foi inteligente, sabendo que, sem os Estados Unidos no combate, a França nas mãos de Hitler e a Inglaterra, à duras penas, resistindo à chuva de toneladas de bombas da Luftwaffe, a Força Aérea Alemã, o Império Japonês poderia invadir rapidamente as possessões francesas na Ásia, dando início à invasão da China. Diferente de Hitler, o Imperador Hirohito manteve o Pacto de Não-Agressão com a União Soviética, o que facilitou em muito o avanço do Japão na Ásia. Com a destruicão da Frota Americana no Pacífico, aconteceu o quê o diário do sábio General japonês previu: “não sei se despertamos um gigante“. Do traiçoeiro ataque ao seu território, o povo americano exigiu a entrada dos Estados Unidos na Guerra, e o Presidente Roosevelt teve todo o apoio político necessário, por força da vontade da Nação. Até o influente embaixador Joseph Kennedy (chefe do grande Clã Kennedy, pai do futuro presidente John Kennedy, de origem irlandesa), que não era contra quem estava lutando contra a Inglaterra, se calou. Neste momento, podemos contemplar um dos mais belos momentos da História dos Estados Unidos na Guerra: um grande esforço nacional, expontâneo, aconteceu: os homens se alistavam para o front de batalha, as mulheres se alistavam como enfermeiras, fábricas que produziam panelas começaram a fabricar tanques de guerra, fábricas de geladeiras faziam submarinos, Hollywoody produziu todo tipo de filme contra o Nazismo, dos quais, inquestionavelmente, “O Grande Ditador” de Charles Chaplin foi o maior de todos, além de , “dizem às más linguas“, que os amigos de Frank Sinatra, ligados à Mafia na Itália, por pedido do próprio Sinatra, facilitaram o desembarque de tropas Aliadas no sul da Itália, e o resto desta história todos já sabem qual foi! A Europa dominada foi liberta, e a Guerra no Pacífico, capitaneada pelos Estados Unidos e pela Inglaterra, não se alongou mais que três meses, principalmente, diante do poderio de uma nova arma, a mais poderosa criada pelo homem para fins de guerra: a Bomba Atômica. O Imperador Hirohito, cujo reinado foi o mais longo de todo o Império do japão, foi obrigado a assinar a rendição incondicional das Forças Armadas japonesas, teve que aceitar o modelo de Monarquia Parlamentar para o Japão, e deu fim no Japão do “misticismo” em torno do Imperador, que era tido como um deus. O General Tojo foi julgado e condenado à morte por Crimes de Guerra. Os Estados Unidos, só viriam a novamente saber a dor de ter seu território atacado, em 11 de setembro de 2001.

DORIS MILLER, Auxiliar de Cozinha de Segunda Classe, condecorado por Bravura, após sua brilhante atuação durante o ataque japonês. Sua conduta extraordinária foi magnificamente interpretada por CUBA GOODWIN Jr. no filme “PEARL HARBOR

EM HONRA AOS HERÓIS DE PEARL HARBOR!

DEUS SALVE A TODOS QUE LUTAM PELOS IDEAIS DA LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE!

DEUS SALVE A AMÉRICA!

 

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1 Response to “PEARL HARBOR”


  1. 1 Carlos Pimenta
    dezembro 7, 2013 às 10:52 pm

    Republicou isso em Blog do Pimenta.


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